A Associação

Gonçalo Nunes

Envolvido nos estudos do corpo e do movimento, começa a sua pesquisa na prática das artes marciais, em particular Aikido. Encontra-se com a dança e a performance no c.e.m – centro em movimento desde 2011 até ao presente. Aí fez várias formações, destacando o acompanhamento de Sofia Neuparth, Peter Michael Dietz, Mariana Lemos e Margarida Agostinho. Nesse percurso tem participado na produção do c.e.m e em produção e em criação do Festival
Pedras, desde a edição de 2012. Desse percurso destaca a criação “A porta” (2012), um momento performático dançado no Martim Moniz, em Lisboa, a partir do convite de Sofia Neuparth. Essa mesma criação compreendeu também uma dança “A porta” em dueto com Valentina Parravicini, e apresentada nas Galerias da Boavista para o Pedras ’12. Também neste percurso trabalhou com recolha e edição de áudio, para um programa de rádio do festival Pedras (2012-2014), programa esse que documentava o trabalho com Pessoas e Lugares que fez e faz parte do coração do trabalho do c.e.m.
Em 2017, a convite de Diego Baffi, co-cria “A renda – ensaio em dança sobre a especulação imobiliária”, trabalho materializado em vídeo performance a partir de visitas reais a casas para venda/arrendamento, e apresentam no festival Pedras ’18. Também desde 2012 vem integrando com regularidade o colectivo Pátio, ajuntamento performativo do c.e.m com apresentações em vários espaços em Lisboa.

Susana Salazar

De Bilbao, País Vasco. Vive e trabalha em Lisboa onde estuda o corpo, a dança, a relação com a cidade, acompanhada por pessoas como Sofia Neuparth, Margarida Agostinho, Jean-Marc Duclos e Baltazar Molina. Educadora em movimento e improvisação com crianças.

Em 2010 recebe o Postgrado em Teatro e artes cénicas na Universidade do Pais Vasco (UPV). Em 2011 faz a FIA e integra numerosos projectos do c.e.m como parte da equipa; o programa semanal da rádio Pedras (2013-2014), rotas e demoras na cidade (2011-2022), a confecção de uma fanzine semanal documentação (2013-2017), um centro de residencias artisticas no ámbito urbano (2013-2014), performances Pátio (2012-2019), o festival de rua anual Pedras (2012-2020).

Desde 2013 acompanha processos de pessoas com diversidade, em relação de um a um e em pequenos grupos. Propõe aulas de dança (2017-2022) e laboratórios de investigação do movimento com crianças (2018-2022)Trabalha com traduções de texto (2015-2016), e com artesanato (2015-2018). No caminho da comunicação da dança apresenta a peça Like a fish (2012) apoiada pela Dantzan Bilaka no País Basco, os solos Incerto (2013), Legente (2018), Haizea (2020) trabalhados e apresentados dentro do âmbito do festival Pedras.

Gustavo Juventino

Gu Nunes (São Paulo, 1990). Musicista. Formada em Clarinete pela Escola de Música do Estado de São Paulo, pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” e pela Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa). Especializou-se em música contemporânea e práticas de experimentação interlinguística interpretando e co-criando obras destes segmentos enquanto parte do Grupo Contemporâneo da EMESP, Ateliê Contemporâneo da EMM-SP e como membro fundadora do Coletivo Capim Novo, Núcleo Enxertia e ESCAPE Quarteto.
Foi vencedora dos prêmios “Pré Estréia” da TV Cultura, Concurso de Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Prêmio Ernani de Almeida Machado e do 1º Concurso Brasileiro de Claronistas “Henri Bok”.

Como Membro da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, participou de importantes festivais como MDR Musiksommer – 2012 (Alemanha), Young Euro Classic – 2013 (Alemanha), Grachtenfestival – 2014 (Holanda), Berlioz Festival – 2014 (França), Iberian Suite – 2015 (EUA) sob direção de Frank Shipway, Marin Alsop, Giancarlo Guerrero, Isaac Karabtchevsky, Catherine Larsen-Maguire, Alex Klein, Marc Coppey, Bruno Mantovani e François Benoit entre outros.
Já na música popular, participou em concertos com grandes nomes da música brasileira com João Bosco, Fabiana Cozza, Sepultura, Mônica Salmaso em participações na Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo e em especial na turnê de Andrea Bocelli em 2016 no Brasil onde teve a experiência de dividir o palco com Daniel, Paula Fernandes e Anitta.
Atualmente, desenvolve projetos com grupos de diferentes vertentes musicais com foco na música brasileira mas também nas músicas do mundo.

Izabelle Louise

Nasceu em Fortaleza (Ceará, Brasil) no ano de 1996, pertence ao povo indígena Tremembé. Atua como artista multimídia, arte-educadora e comunicadora. Doutoranda em Belas-Artes pela Universidade de Lisboa. Mestre em Criação Artística Contemporânea pela Universidade de Aveiro com bolsa de incentivo ao ano letivo. Graduada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Ceará com bolsa CAPES(Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Foi pesquisadora no LICCA (Laboratório de investigação em Corpo, Comunicação e Arte da UFC), no Imago (Laboratório de Estudos de Estética e Imagem da UFC) e no LAC (Laboratório de Arte Contemporânea da UFC). Esteve contemplada pelo Edital N° 03/2016 do Instituto Bela Vista/SECULTFOR, e já expôs suas obras em quatro estados do Brasil, e em quatro cidades de Portugal.

Claudio Nascimento

Possui graduação em Música pela Universidade Federal de Pernambuco(2006) e especialização em GESTÃO CULTURAL: CULTURA, DESENVOLVIMENTO E MERCADO -LATO SENSO pelo Centro Universitário Senac(2016). Realiza Doutorado em Etnomusicologia na Universidade Nova de Lisboa. 

Cintia Pinheiro

Cíntia Cardoso Pinheiro (Tida) é brasileira, residente em Portugal há 5 anos. Bióloga por formação académica e percussionista. Integra, atualmente, o corpo de produção do ELLA- encuentro latino americano de feminismos; Casa Mídia Ninja Lisboa e é percussionista em sete grupos musicais: Madame xique-xique (Brasil) ; Puta da Silva (Portugal);Movimento mulheres na roda de samba (Portugal); Coletivo Gira (Portugal) ;Pé de Bagaço (Portugal) ; Baque do Tejo (Portugal) e Baque mulher Lisboa (Portugal). 

Clara Alvim Bacharel em Dança pela UFRJ, atuou como interprete na Lumini Cia. de Dança, integrou a Cia. de dança Contemporânea da UFRJ Helenita Sá Earp. Diretora e Interprete dos trabalhos Vuco e Em Nome do Corpo em parceria com Andreia Pimentel.Integrou a primeira equipa da INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo como produtora e professora de ballet.